sábado, 23 de abril de 2022

O CALDEIRÃO POLÍTICO E INCERTEZAS

Essa semana o STF, julgou o caso de Daniel Silveira, PSL,RJ e o mesmo foi condenado por 10x1, perdendo seus direitos políticos e prisão em regime fechado. Quase instantaneamente, o Presidente Jair Bolsonaro editou um decreto de indulto da graça para beneficiar um de seus ferozes apoiadores e amigo.
E desde esse ato começou o conflito entre o poder executivo e o judiciário.
Na real esse ato tresloucado do presidente brasileiro é mais um ato de conflito de há muito tempo com o Judiciário. O presidente quiz com esse ato beneficiar seu amigo da política flagrantemente ilegal. O presidente da República tem em seu DNA não primar com atos democráticos. Foi para o confronto. Outros partidos entraram junto ao STF contra o ato do presidente Jair Bolsonaro.
É sabido que o presidente gosta de brigar, conflitar principalmente para ajudar e defender sua turma quando estão em posição difícil como esse deputado. Daniel Silveira.
Já disse nesse blog e em outros,  que o presidente já cometeu diversos crimes de responsabilidade, afrontando quase toda a semana o poder judiciário e seus membros, com sua tradicional boca que cospe impropérios muitos impublicáveis. 
Enquanto isso nos debruçamos nessa discussão e o País segue em mar revolto com o navio prestes a afundar.
Num ano eleitoral era para se discutir assuntos que interessa as nossas vidas diárias, a inflação, o preço do gás, os alimentos com preços criminosos, a gasolina e tantos outros problemas que interessam a população brasileira.
O que o presidente quer é conflito todo o dia. 
Sim ...essa história conflitante ainda terá outros capítulos.
Com um presidente que não respeita a Constituição de seu País, podemos esperar tudo.
E o povo? Bah...o povo que se lixe!

Na luta sempre!!

segunda-feira, 18 de abril de 2022

LUANNE - A PROFESSORA QUE NÃO PÔDE ENSINAR

Essa semana perdemos em Santa Maria uma jovem de sorriso largo, cheia de vida e energia, sonhava em ser professora, para mudar a realidade dos que a cercavam, LUANNE foi assassinada por ser mulher.
Não podemos  mais fugir, nomear o problema - feminicidio - é um passo fundamental para quebrar  a invencibilidade do tema, descontruir estereótipos discriminatórios e denunciar  a permanência dos assassinatos de mulheres por razões de desigualdade de gênero e raça.
Mas, além de nomear, é preciso conhecer sua dimensão e desnaturalizar práticas enraizadas nas relações pessoais e nas instituições, que contribuem para a perpetuação de mortes anunciadas.
Empregar a expressão ou criar o tipo penal "feminicidio" são estratégias importantes para diferenciar os assassinatos de mulheres do conjunto de homicídios que ocorrem  no país, tirando o crime da invisibilidade.
Assim,é possível enfatizar as características associadas às razões ligadas àsdesigualdades
para transformá-las, e, ao mesmo tempo, para conhecer melhor a dimensão do problema e os contextos em que morrem as mulheres.
Assassinadas por parceiros  ou ex, por familiares, por desconhecidos, estupradas, engananadas, esganadas, espancadas, mutiladas, negligenciadas , violadas por instituições públicas e pelas políticas públicas, são invisibizadas: mulheres morrem barbaramente todos os dias no Brasil.
Mortes anunciadas seguem acontecendo, mas os feminicidios não se convertem em uma realidade intolerável para o Estado e nem para grande parte da sociedade, que seja por ação ou omissão são cúmplices   na perpetuação de agressões contra mulheres que culminam  em mortes.
Os feminicidios acontecem tanto no âmbito privado quanto no público, em circunstâncias e contextos diversos,em que a discriminação e o menosprezo com a condição feminina assumem formas variadas, mais  ou menos evidentes.
Esse desprezo revela a intensidade da discriminação, os requintes de crueldade especialmente ligados a violência sexual, a imposição de sofrimento físico e o mais recorrente de todos:a tortura mental, normalmente com histórico de violências múltiplas anteriores ao episódio fatal .
O desequilíbrio que torna as mulheres mais vulneráveis a a determinados tipos de violência que podem resultar no feminicidio, como a violência doméstica e a sexual está baseado em concepções rígidas  e desiguais  de gênero - construções que determinam os comportamentos femininos e masculinos tidos como "socialmente adequados" em um determinado grupo, comunidade ou país.
A banalização da violência ou a culpabilização da mulher gera uma sensação de impunidade e até de aceitação daquele crime - quando existe  uma legitimação dos motivos, se de alguma forma o resultado foi "provocado" pela mulher que não cumpriu ou extrapolou o seu papel.
As próprias instituições encaram este crime  como um problema menor, portanto temos poucas ações de enfrentamento, com vasto campo de políticas públicas a serem implementadas .
Toda a minha solidariedade aos familiares e amigos da Luanne, toda minha solidariedade só mundo que perdeu  um pouco mais de esperança e toda a minha energia em buscarmos cada dia  mais políticas públicas  que possam alterar ao seu tempo, esse mundo cruel com as mulheres, que nos rouba futuros todos os dias. Por Luanne, Fernanda, Denise, Betania, Patrícia, Jaqueline, Maria, Tatiane, por mim, por ti e por todas nós.

JULIANE MULLER KORB
Advogada
Diário de Santa Maria, 14/04/22

Na luta sempre!!!
 

quinta-feira, 14 de abril de 2022

E POR FALAR EM VACINAS...

O tempo corre a galope ele tem seu caminho e todos nós também seguimos esse trajeto.
Nesse quase por imposição término de PANDEMIA, o quase normal parece que daqui a pouco será o total normal.
E o povo como é obediente, ele não tem sua resiliência, ele faz o que mandam os donos do poder.
Já está quase difícil ver alguém de máscara cruzando nossos caminhos por exemplo.
Afinal o poder econômico tem seus interesses numa economia capitalista,pois  é preciso vender não é mesmo? Temos que recuperar as perdas.A Páscoa batendo a nossa porta e logo ali se aproxima o dia das mães.
Como dizem muitos, " estou cansado de andar de máscara...usar álcool gel...eu quero é festere, abraçar.. beijar..entreveiro ...chega de cuidados...a pandemia acabou...ou está indo embora".
Não vi nenhuma autoridade médica, por parte de qualquer órgão oficial de governo falar sobre o afrouxamento sanitário e nem algo parecido nos nossos meios de comunicação. Cada um que se cuide ao seu bel prazer, nesse caso eu faço minha parte. E não é qualquer autoridade política que vai me e ditar normas sobre a minha proteção pessoal.
Com certeza a gente quer o fim desse estado de coisas mas com responsabilidade de todos e conforme a ciência, os cientistas nos balizam. Eu acredito na ciência!
Que possamos ter sim consciência social e nos cuidarmos.
Ainda há vacinação para a Covid-19, para a gripe, você sabe disso? Então vacine-se aproveite essa oportunidade para se proteger. Cuide-se!
Outro ponto que a gente pode colocar, doenças que lá atrás foram através de campanhas prevencionistas debeladas como o Sarampo, Rubéola, Poliomielite, Catapora e outras, hoje estão aparecendo no nosso meio. Ah ! a Dengue está em nosso meio também.
Muitas campanhas de prevenção, imunização foram aos poucos afrouxadas. Aliado a isso a falta de comprometimento de muitos pais e o negacionismo destes, não levam seus filhos para se vacinarem. E nesse interim também muitos idosos deixam de completar seu ciclo vacinal.
Ainda há mortes pela covid-19 e outras doenças.
Sabe ...vamos nos cuidar e cuidarmos dos nossos.

Na luta sempre !!


FOI AMOR, SIM

Foi amor, sim, não tinha como não ser, foi de um momento para o outro, ocorreu aquele momento que paralisou minhas retinas, cristalizou meus...