quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

TODO ANO É A MESMA COISA

Cada ano a história é a mesma. Quando precisamos chegar aos nossos agentes públicos a resposta sempre é a mesma.
Mas o cidadão paga seus impostos, aliás é um caminhão de impostos que muitos deveriam ser direcionados ao bem comum da sociedade.
Mas é um ledo engano o meu, o grande problema quem sabe, ser eu, um sonhador. Mas também os sonhadores também querem o bem comum de todos.
Não podemos com certeza olharmos somente pro nosso umbigo.
Quando se procura um órgão institucional dentro da cidade, eu particularmente falo daqui, da Santa Maria, da Boca do Monte, da cidade da  velha Maria Fumaça, que há muito tempo foi abandonada, e não apita mais, o que é um crime de lesa pátria.
Sou um cidadão igual a tantos que pagam seus impostos,  mas na hora de buscarmos nossos direitos em algum órgão em qualquer esfera, de hierarquia institucional ..."""olha meu amigo ...minha amiga....a coisa é deprimente" ...lógico que há pouquíssimos lampejos de satisfação em um ou outro órgão que procuramos ir em busca de uma solução qualquer.
Santa Maria, está  infestada de morcegos em todo o lugar que se vai, por onde passamos, é no centro, é no bairro, ou em qualquer lugar, sentimos um cheiro caracteristico e logo vem em nossa mente: - Tem morcegos na área!
Quando se procura um órgão em nossa cidade, para relatar uma situação específica, é rápida e seca a resposta: - Não é conosco, o cidadão procura tal e tal órgão. E assim, como numa procissão se vai o cidadão perambulando pela cidade,
 procurando uma solução para o problema : MORCEGOS!
A sensação que se tem é de uma impotência total! Não temos a quem recorrer! 
Não vejo nenhuma campanha sobre esse assunto por parte dos órgãos competentes, orientando o cidadão, o que fazer, e o que não fazer, nesse caso específico.
Não se tem nada! Nadica de nada, para uma solução.
Na real na letra viva da realidade, o que temos: arrumar a praça central, o calçadão, pintar e sinalizar as vias de circulação dos carros, resumindo uma perfumaria que atende o centro da cidade apenas.
Há poucos dias, começaram as obras do eterno edifício mostrengo, cuja sua morada é na avenida Rio Branco, me parece que é uma obra também que dizem que é para revitalizar aquela parte da cidade,  como a Gare da Estação, e algunas coisas mais. Perfumaria pura! Afinal logo ali tem eleição !
Voltando ao tema de saúde pública que tem relação  com os morcegos, e é sim, algo que preocupa o cidadão em geral, essa proliferação exponencial dos morcegos na cidadão, nos lugares todos da cidade. O que fazer? Que tipo de cuidados, apoios, para o cidadão que procura seus direitos?
Dizer que esses animais  não fazem mal, não tem problema alguma, que não há perigo pra nossa saúde, que não tem problema de contaminação ,
eu particularmente ".... NÃO ACREDITO" !
Que solução, dos órgãos competentes pode oferecer a nós cidadãos, se há nessa ciranda de situações, uma solução!
Os morcegos que estavam já morando no edifício mostrengo da avenida Rio Branco, para onde foram?  Eu gostaria muito de saber!
Vejo sim, um caso de descaso, e é imperioso nossos governantes atentarem para esse tema.

NA LUTA SEMPRE!





sexta-feira, 8 de setembro de 2023

A SAUDADE DO CAMPO, VOVÓ TUTUCHA E VOVÔ HILDEBRANDO

Me vem a memória que o tempo vem me visitar e puxo uma cadeira preguiçosa e como parceria a cuia do chimarrão bem afeição, para desfilar em mim muitos momentos que a saudade me trás.
Era guri ainda, mas um gurizito comportado,magrito por demais,desde cedo, eu era muito tímido,e continuo na minha essência.
O cenário era a fazenda do meu avô Hildebrando, nas cercanias de Santa Brígida, em São Gabriel,a terra dos marechais.
Na campanha o costume era levantar cedo para a lida do campo e dormir cedo. 
A noite quando chegava, jantavamos, a luz de lampião, não tinha televisão,nem rádio.
O que havia sempre até a hora do recolhimento para dormirmos, eram "os causos" aquelas histórias e estórias contadas para nós a mesa, pelo meu avô e minha avó Maria Lídia, a vovó Tutucha.
A memória me vem aos borbotões como um tropel de matungos  correndo as  coxilhas.
As mais contadas com suas nuances de  quem contava era a do Negrinho do Pastoreio, tinha a das cobras que iam a noite mamar  nas tetas das vacas, bah! A gente ficava de olhos arregalados e corria um medo tal que devido as circunstâncias a gente ia meio correndo pra baixo das cobertas.
Hoje adulto, dá uma saudade daquelas..daquele tempo maravilhoso onde não tem como esquecer !
A vovó Tutucha de manhã na hora do café, perguntava se tínhamos dormido bem ....e prontamente dizíamos sim, vovó e vovô se olhavam e davam aquele sorriso maroto....rsrsrs.
O café era um verdadeiro banquete, pão de casa, café passado na hora, aquele  queijo caseiro, frutas, doces para misturar no pão, antes de tudo isso, um mexido arroz, feijão...farinha..."tutu" meu Deus!! Eu ao lemmbrar chego a lamber os beiços!! Rsrsrs!
Tinha na fazenda do meu avô muitas frutas, e praticamente era da terra que saia todo o alimento.
Minha avó Maria Lídia, era uma mulher pequenina, muito ativa...de muita personalidade, enérgica e doce ao mesmo tempo, era rígida nos costumes.
O meu vovô Hildebrando era um homem quieto, uma mistura linda tipo bugre, negro -indio, uma cor de pele parda, um narigão, sempre com seu palheiro e o seu banquinho nas horas de descansar da lida.
É uma pena que não se tem  registros dessa época maravilhosa, fotos, vídeos.
Mas ainda bem que a memória me dá esse presente passando dentro de mim . É pra mim, uma benção lembrar desse tempo de grandes alegrias, e muito aprendizado junto aos meus avós.
Quando se juntavamos com nossos primos era uma festa, só alegria ...uma algazarra só.
Minha avó não gostava que a gente dizia nome feio e quando alguém dizia ela ficava muito braba.
Uma certa feita...o Júlio César, o Valandro, o José Eduardo, o Paulinho(Paulo Renato)o Marco Antônio, o Dolimar, o Sérgio, e o Jorge Fernando estávamos numa bagunça só nas imediações da casa, gritaria, e alguns nomes feios saía, minha vó Tutucha saiu correndo  da cozinha, era perto do meio dia e pegou o Jorge Fernando e deu aquele sermão, chegou a pegar uma maçã e colocar na boca dele, para não dizer mais nomes feios. Não  sei se o primo  lembra disso!
Meus primos devem lembrar dessas lembranças!! 
A lamentar foi a perda do primo Sérgio e do primo Paulo Renato recentemente 
Vovó era um barato! Uma vovó que junto com meu vovô (eram os pais de minha mãe Cely) estão no meu coração sempre.
Tem tanta coisa que percorre em mim ..que  a emoção chega forte desfilando tantos momentos que vivi e aprendi. 
Minha amada e meu amado vovó  Tutucha e vovô Hildebrando, obrigado por tudo!!
Sei que estão na luz de nosso Deus !!

NA LUTA SEMPRE!!


quinta-feira, 7 de setembro de 2023

O PORQUE QUE OS AGENTES PÚBLICOS NÃO AGEM PREVENTIVAMENTE?

A gente cansa de ver o mesmo filme, a mesma ladainha de sempre: - ". Vamos acionar a Defesa Civil, vamos buscar recursos junto ao governo federal, iremos sobrevoar a região atingida, vamos investir mais para fatos esses, e outros não ocorram mais,há um telefone e endereço onde nossos cidadãos podem ajudar com alimentos, colchões, agasalhos" ...etc etc..

Acredito que esse discurso, muitos de vocês que estão lendo esse blog já estão cansados de ouvir essas "churumelas", isso é " conversa pra boi dormir". É ou não é? Eu digo que sim. 
Todos nós  viventes, sabemos que o clima no mundo mudou. É só  ter uma boa vontade e ir nos registros de uns 20,25 anos atrás e veremos a realidade.
O porque disso? Muito se deve e é a minha "simplinha" opinião, grande parte, e bota parte nisso, é da ação  criminosa, e irresponsável do homem quando judia da natureza. Depredação e outros tais!
Na verdade guris e gurias, o que realmente ocorre, é falta de compromisso público.
Ninguém toma atitudes reais, racionais para resolver ou talvez se debruçar sobre esses problemas para minimizar os riscos  desses desastres ambientais.
Hoje,há os alertas em muitos lugares, apontando que "nos próximos dias, há previsão de chuvas de grande intensidade ". E o que se faz com essa informação? Simplesmente esperamos acontecer, nada se faz, depois os discursos da mesmice.
Todo ano é assim ...e infelizmente é a mesma música sempre.
Parece que a perda de vida, nessas catástrofes, a perda de bens, pessoas que perdem literalmente tudo, não sensibilizam nossas autoridades.
Não há investimento em habitação para principalmente cidadãos que moram em zonas de risco, próximos a rios, em morros, e tantos outros locais.  Não há investimento em tecnologia para prever as mudanças de tempo em regiões diversas, as populações não recebem orientação do que fazer, a quem recorrer, a atitude tomar quando ocorre, o que está acontecendo por exemplo aqui no Rio Grande do Sul.
Nem falo da burocracia,nem falo de desvios de dinheiro, quando esse chega, por exemplo para as comunidades atingidas para  minimizar os estragos.
Na real, tudo se faz no improviso, na maior sem cerimônia, e quem padece é o cidadão, principalmtnte os mais pobres.
O que se sequer realmente é responsabilidade das autoridades e deixarem de palavras vazias para o povo,sem conteúdo, e principalmente respeito ao cidadão.
É imperioso salientar aqui, seria muito bom, uma atitude nobre das autoridades públicas, os políticos pensarem no bem comum das comunidades e não com seus interesses políticos.
 

NA LUTA SEMPRE!








sábado, 19 de novembro de 2022

GRANDE MÍDIA OU GRANDE TERRORISMO ?

Perfil do Colunista 247 Leda Paulani Economista e professora da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP) Grande mídia ou grande terrorismo? "A reação à fala de Lula no encontro com deputados em Brasília é exemplo gritante desse vergonhoso papel da grande mídia corporativa", diz Leda Paulani 15 de novembro de 2022 Por Leda Paulani (Publicado no site A Terra é Redonda) Não sei localizar em meus escritos quando foi que falei a primeira vez em terrorismo econômico. Mas falo disso tem muito tempo, pelo menos umas duas décadas. Nestes primeiros dias de transição do desgoverno de Jair Bolsonaro ao futuro governo Lula, o terrorismo econômico ganhou vestes e cores equiparáveis aos dos bandos de zumbis alucinados que ainda permanecem em frente aos quartéis. O terrorismo consiste em brandir ameaças de caos e horror ao menor sinal de que algo será feito, pelas mãos do Estado, para amenizar, por menos que seja, as mazelas produzidas dia a dia por um sistema cego e que dá as costas aos cadáveres que vai empilhando pelo caminho. Ameaçam com o horror, como se horror não fosse ter o país 33 milhões de criaturas passando fome, ter uma legião de crianças e adolescentes com desnutrição – que atingiu em setembro seu maior nível em sete anos, ter mais de 200 mil pessoas perambulando pelas ruas sem um teto que as abrigue. Evidente que constrangimentos macroeconômicos reais podem existir, como os que decorrem de um país ter passivos externos que sua geração de divisas não é capaz de sustentar (caso da Argentina, por exemplo). Mas não é esse, nem de longe, o caso do Brasil. Há risco zero hoje, a menos que ocorra uma hecatombe mundial, de um default externo de nossa economia. Temos mais de 300 bilhões de dólares de reservas e nossas exportações vão bem, obrigada. Ah, mas a relação dívida bruta/PIB não pode crescer indefinidamente, propalam os terroristas: a do Brasil está em torno de 75%, a do Japão passa dos 200% – e já faz muito tempo! Só se um bando de lunáticos aterrizasse no Ministério da Economia e resolvesse brincar de confiscar poupanças, para haver algum problema nessa área. Tudo isso sabe qualquer economista minimamente informado e minimamente razoável, que não sofra de delirium tremens ao ouvir o termo “gasto público”. Alguns existem, porém, que sofrem desse mal e surtam! Não são todos, talvez não sejam nem a maioria, mas existem. Eles representam interesses claramente configurados? Sim, mas não é esse o ponto aqui. O ponto aqui é: como é possível que alguns poucos economistas de certo renome e vinculados a umas poucas instituições sejam capazes de produzir tamanho terror? A resposta é simples: eles têm uma caixa de ressonância inacreditavelmente ampla e forte – a imprensa. A reação à fala de Lula no encontro com deputados em Brasília é exemplo dos mais gritantes desse vergonhoso papel desempenhado sobretudo pela grande mídia corporativa. As manchetes prognosticavam o apocalipse. Uma das mais escandalosas foi a do Valor Econômico: “Dólar dispara e bolsa derrete, após fala de Lula sobre gastos”, numa interpretação claramente exagerada do que ocorreu com essas duas variáveis. Não foram só as manchetes, diga-se. Os editoriais fizeram coro em uníssono com o assim dito “mercado”, em chamadas sombrias: “foi um mau começo”, opinou a Folha, “Lula precisa descer do palanque”, exigia o Estadão, para ficar só em dois dos mais importantes jornalões. E o samba de uma nota só foi, claro, a responsabilidade fiscal, detratada, segundo os editoriais, pelo presidente eleito. Vou me deter aqui no editorial da Folha de 11 de novembro, um dia depois da fala de Lula que tanta revolta gerou. A escolha não se deve a uma preferência qualquer, mas ao fato de tal periódico ser muito mais insistente do que, por exemplo, o Estadão ou o O globo, em sua postura de imprensa “responsável”, “moderna”, que não só dá voz a todas as partes em qualquer que seja o embate, como se alinha aos melhores princípios democráticos. Vejamos a primeira frase do texto: “Em apenas duas semanas desde o desfecho das eleições, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiu derrubar grande parte das esperanças de que seu governo vá adotar uma política econômica racional e socialmente responsável”. Tradução: criticar o teto de gastos é irracional! Tal tipo de argumento joga para o limbo do negacionismo e do anticientificismo qualquer contestação a essa regra fiscal, que, diga-se, não existe dessa forma em nenhum outro lugar do mundo. Pior ainda, confere o mesmo destino a quaisquer posições teóricas que questionem o sentido exato do termo “responsabilidade fiscal”, posturas por sinal que andam em alta internacionalmente, a exemplo da Modern Money Theory. O texto diz que Lula não apresentou até agora nenhum plano de ação, a não ser uma PEC capaz de liberar uma “gastança sem precedentes”. Reproduzindo in totum o argumento supostamente científico empunhado pelos próceres do mercado, o editorial diz ainda que, “se colocar em prática seu falatório, a sangria dos cofres do Tesouro não tardará a alimentar a inflação (…) os juros (…) e a dívida pública”. Em suma: terror em estado puro. E não se informa o distinto público que, desde que o teto foi implantado, no governo de Michel Temer, a relação dívida líquida/PIB subiu de 38 para 58%, ou seja, a existência de uma regra fiscal, mesmo tão radical e estúpida quanto a nossa, não é garantia alguma de queda da dívida em proporção do PIB. Se o produto não cresce, mesmo que a dívida caia por força do sacrifício de milhões de pessoas, a relação pode continuar a subir. Do mesmo modo, a inflação subiu justamente no período de vigência do teto, por constrangimentos externos e choques de oferta provocados pela pandemia e pelo conflito na Ucrânia. Mais uma vez, a existência de regra fiscal prejudicando boa parte da população pelas restrições que traz à plena operação das políticas públicas não constitui garantia de inexistência de problemas inflacionários. E é a tal casta de argumento capcioso que se deve o mote, repetido algumas vezes ao longo do texto, segundo o qual “responsabilidade fiscal é responsabilidade social”. Querem, com isso, guarnecer de vestes palatáveis a defesa de uma política que atinge diretamente as camadas mais baixas, enquanto busca preservar a riqueza financeira de uns poucos. E dá-lhe terror! Na esteira dos resultados tenebrosos já enunciados, o editorial acrescenta também o colapso do crescimento, a escalada do desemprego e o aumento da miséria e da fome, caso o “falatório” de Lula venha a se efetivar. Numa postura que chega a ser insultuosa com um cidadão que teve mais de 60 milhões de votos, o editorial do “democrático” jornal afirma que Lula deseduca, que fala tolices e que resmunga contra o mercado. Que educação dá um jornal como a Folha que não admite se chame Jair Bolsonaro de extrema direita? Como a imprensa e o mercado trataram o genocida? Só para lembrar, ele furou várias vezes o teto de gastos – na última das vezes para, afrontando a Constituição, criar vergonhosamente benefícios em ano eleitoral, e deixou de pagar precatórios (quase um pecado capital para os cânones neoliberais), e isso para não mencionar a ignomínia do orçamento secreto, o maior escândalo de corrupção que já teve este país e efetivado pelo dito incorruptível. Não se ouviu então, nem do mercado, nem da imprensa, não digo gritaria, não se ouvia ninguém levantando a voz. Os dois sócios passaram pano o tempo todo. Afinal de contas era preciso preservar o ultraliberal Paulo Guedes, que estava fazendo direitinho o serviço e defendia os “princípios macroeconômicos corretos”. Num programa recente na Globonews, o comentarista Octávio Guedes disse, num arroubo de sinceridade, e para certo espanto dos demais comentaristas presentes, que o mercado é bolsonarista. Quem leu o artigo até aqui há de concordar que ele está coberto de razão. Mas o mercado não passou pano sozinho pra Jair Bolsonaro. Contou sempre com a inestimável ajuda da grande mídia, dos programas de especialistas da TV, dos grandes jornalões. Sabemos todos que comportamentos como o de Octávio Guedes são antes exceção do que regra. Certamente escapou das orientações gerais do canal para programas ao vivo e não deve ter agradado nem um pouco aos Marinhos. É verdade que a mídia alternativa, que se multiplicou com o advento da internet, salva um pouco a lavoura, mas não é menos verdade que o pouco de grande jornalismo que havia ficou de vez comprometido com a ascensão do neoliberalismo e do neofascismo, numa comunhão estranha só em aparência. Se aos poucos devemos nos livrar do terrorismo bolsonarista, o contrário deve acontecer com o terrorismo econômico. Ele vai recrudescer e não seria tão bem-sucedido sem a ajuda do parceiro de sempre… uma mídia a serviço do Brasil, para poucos. (Publicado originalmente no jornal GGN.) Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do jornlista. NA LUTA SEMPRE !

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

FALTA UM BASTA PARA ACABAR COM ESSES ARRUACEIROS

Faz duas semanas que terminou a eleição e me parece que os arruaceiros, os que se dizem patriotas, ainda não perceberam que em 30 de outubro agora passado, Luiz Inácio Lula da Silva é o novo presidente da República que assume em 1 de Janeiro de 2023.
Esses arruaceiros de plantão, não sabem disso? Ou é apenas uma orquestração vinda de mandantes que não são nada democráticos?
Enquanto isso assistimos pela TV,  por vídeos uma palhaçada diária aonde não nos falta rir de situações que quando se vê, chegamos até constatar que essas massas de manobras precisam sim de psicólogos para tratar de seus neurônios.
Gente !!! Acabou!! O mundo sabe que Lula é em 1 de Janeiro 2023, o presidente do BRASIL.
É vergonhoso ver imagens de gente que poderiam estar fazendo outras coisas de útil e não cometendo crimes, contra o Estado de Direito Democrático.
As autoridades que cuidam disso deveriam parar de passar o pano nessa bandaia toda e agir conforme dita a Constituição brasileira, tomando as medidas cabíveis.
Enquanto ainda persistem essa onda de circo no Brasil e também no exterior somos ridicularizados no mundo todo.
Temos que lembrar que o presidente Jair Bolsonaro ainda tem tempo para concluir seu mandato até 31/12/22 ainda é o presidente.
Segundo notícias da imprensa ele está desconsolado, triste, quieto, não dorme direito no Palácio do Planalto e não se conforma em ter perdido a eleição. Trabalhar que é bom nem pensar!
Então vamos aguardar a posse do novo presidente do Brasil, Lula, o nordestino porreta! 

NA LUTA SEMPRE!!

segunda-feira, 4 de julho de 2022

A BAHIA VIU GERALDO.ALCKMIN VIU O POVO

" Espera-se que cumpra o prometido e seja: um parceiro leal, seriamente compromissado em fazer do Brasil um país socialmente mais justo", escreve Denise Assis

4 de julho de 2022
Por Denise Assis, para o 247

Caro companheiro Alckmin,
Devo confessar, aqui nesse espaço, que fui uma das que torceu o nariz para aquele evento onde o seu nome foi apresentado para compor a chapa Lula/Alckmin. Não necessariamente por seu histórico, pois entendi a gravidade do momento político que atravessamos - nós contra o fascismo -, mas por considerar que um partido  com 40 anos de história, nascido do chão de fábrica, não poderia anunciar a sua chapa num restaurante de bacana, numa zona rica de São Paulo.
Haveria de ter outra forma mais popular de dizermos a militância, que iniciavamos uma caminhada  de alianças. Até porque, antevi que a reação ao seu nome seria muito menor, se a divulgação da escolha fosse feita de outra forma.
Paciência. Conferimos - o senhor mais do que ninguém - a ira dos inconformados, a desconfianças cobertas de razão, dos gatos escaldados, e a intolerância até mesmo dentro das fileiras da executiva. Natural. Todos sabem de onde veio o partido e as lutas que travou para existir, sobreviver e manter a base minimamente coesa.
Mergulhei nos jornais da época de 2016 para entender  qual foi, de fato, a sua posição. E para ser justa, conferi que o seu posicionamento inicial foi contra o impeachment ( até abrir as catracas do metrô, em  concordância com o seu antigo partido, para deixar passar os  que gritavam pelo golpe). Sei das suas declarações a favor de que o tucanato se mantivesse longe da conspiração - mas como, (!!!) Se eram a própria espinha dorsal do golpe? - e, caso apoiassem, que não participassem do governo Temer. E, se algum quadro quisesse participar, que se licenciaasse do partido.
E antes que a comunidade me atire pedras, quero deixar claro que isto é história, está gravada nos jornais impressos, não é um posicionamento meu. Não tenho procuração para defender o senhor e tampouco posso falsear com a verdade registrada na mídia, com suas " aspas".
E, devo ainda dizer , ainda com certo azedume, apesar de ciente dos fatos descritos acima, preparei-me para assistir ao lançamento oficial da chapa com  o seu nome, num local fechado, mas grande o suficiente para vê-lo encarar - ainda que por telão, posto que estava recolhido com covid- , um público expressivo de petistas , militantes.
Frustração. O teste não foi presencial. Do telão, visivelmente abatido, com olheiras visíveis e arroxeadas, eu o  vi pronunciar o seu discurso que já começava conquistando a  ala progressista, louvando o SUS que propiciou vacinas para que a sua doença fosse leve o bastante, a ponto de permitir que estivesse ali, gravando um vídeo que, ao ser exibido, calou a platéia. Não somente pelo conteúdo, mas pela forma emocionada com que foi dito. Sem escamotear as desavenças, sem fingir que era um " integrado".
" Eu quero começar por dizer que nada, nenhuma divergência do presente, nem as disputas de ontem, nem eventuais discordâncias de hoje ou de amanhã, nada, absolutamente nada, servirá de razão, desculpa ou pretexto para que eu deixe de apoiar e defender, com toda a minha convicção, a volta de Lula a Presidência do Bra do Brasil".
Importantíssimo pontuar e delimitar as diferenças, mas os trechos que viriam seriam ainda mais significativos para o escrutínio a que estava submetido naquele momento:
" A democracia é marcada, sim, por disputas. Disputas fazem parte do processo democrático. Mas, acima das disputas, algo mais urgente e relevante se impõe: a defesa da própria democracia. E quando essa defesa reclama a formação de alianças, e as alianças são construídas graças a persuasão, e não a cooptação por verbas ou aliciamento por cargos, essa conjunção de forças políticas torna-se uma formidável conquista. Quando o presidente Lula me estendeu a mão, eu vi nesse gesto muito mais do que um sinal de reconciliação entre dois adversários históricos. Vi um verdadeiro chamado a razão".
A partir desse trecho vi cair as minhas resistências a sua escolha. Sim. O senhor reconheceu em poucas palavras e um exemplar poder de síntese que: estava no ostracismo político ( quase vestindo o pijama). Foi traído por seus pares. Foi forçado a optar pela troca de partido e, finalmente , foi guindado por um gesto de valorização e um chamado do presidente Lula.
E, por fim, neste outro trecho, dito com uma expressão que passou confiança, botou abaixo a última gota de restrição que eu pudesse ter, pois traduziu em discurso a sua adesão aos valores que o campo progressista defende neste momento:
" O Brasil sobrevive hoje ao mais desastroso e cruel governo da sua história. Perdulário nas despesas públicas, hipócrita no combate a corrupção, patrocinador de conflitos temerarios e querelas inúteis, despreparado na condução da economia, ineficiente administrativamente e socialmente injusto e irresponsável. O que é mais necessário constatar para se concluir que o Brasil precisa de mudança?"
Nada. Estamos todos convencidos disso. O que não estávamos ainda muito seguros era de que maneira um engomadinho com ares de interiorano e postura de aristocrata seguiria  pelas ruas com o Partido dos Trabalhadores.
As imagens do 2 de julho na Bahia exibiu um Geraldo Alckmin visivelmente deslumbrado com o colorido da diversidade baiana e brasileira, onde predominou o vermelho das camisetas e das suas bochechas, afogueadas de entusiasmo e deslumbramento. Desajeitado,sim, tentando encaixar os ombros no empurra-empurra, vestido com camisa social e saudando a população com tchauxinho de astro pop, ele foi ficando para trás na fila que abria o cortejo. Perdeu-se na formação de políticos no abre-alas. Deixou transparecer  se importar mais em olhar para o seu entorno. Deu a entender que se encontrou no calor da festa, onde demonstrou estar feliz como um pinto no lixo.
Espera-se, que cumpra o prometido e seja: " um parceiro leal, seriamente compromissado com o seu propósito de fazer do Brasil um país socialmente mais justo, ambientalmente mais responsável e internacionalmente mais respeitado ".
Ali, no meio do povão, se mostrou em acordo com o fecho do seu discurso na apresentação da chapa: " Vamos nos colocar a serviço desse propósito. Que nossos corações sejam um só. Vamos juntos  pelo Brasil ". Vambora!

NA LUTA SEMPRE! 
 

domingo, 3 de julho de 2022

COVID-19 PODE TER SURGIDO EM BIOLAB DOS EUA, JEFFREY SACHS

A Covid-19 não veio da natureza, mas foi uma liberação acidental " da biotecnologia de laboratório de os EUA",afirmou o economista e autor de renome mundial JEFFREY Sachs.
3 de julho de 2022

RT - A Covid-19 não veio da natureza, mas foi uma liberação acidental " da biotecnologia de laboratório dos EUA", afirmou o economista e autor de renome mundial JEFFREY Sachs. Ele falava em uma conferência organizada pelo think tank GATE Center, na Espanha, em meados de junho.
" Portanto, é um erro, na minha opinião, da biotecnologia, não um acidente de um transbordamento natural", reiterou.
O acadêmico observou que, embora " não saibamos com certeza" se esse é o caso,  há " evidências suficientes" apontando para isso, que " devem ser investigadas ". Sachs lamentou  que está versão, no entanto, " não esteja sendo investigada, nem nos Estados Unidos, nem em nenhum lugar".
Em maio, Sachs, juntamente com o professor de farmacologia e terapêutica molecular da Universidade de Columbia, Neil Harrison, escreveu um artigo no Proceedings of the National Academia of Sciences, sugerindo que a a Covid-19 se originou em um laboratório. No artigo, os dois acadêmicos pediram maior transparência por parte das agências federais e universidades dos EUA, argumentando que muitas evidências pertinentes não foram divulgadas.
Bancos de dados de vírus, amostras biológicas, sequências virais, comunicações por e-mail e cadernos de laboratório podem ajudar a esclarecer a origem da pandemia, de acordo com Sachs e Harrison. No entanto, nenhum desses materiais foi submetido a " escrutínio independente, transparente e científico", argumentaram.
Como um indicador de que a Covid-19 se originou de um laboratório, os autores trouxeram a tona o fato de que uma sequência de oito aminoácidos em uma parte crítica da proteína de Spike do vírus é semelhante a uma sequência de aminoácidos encontrada em células que revestem as vias aéreas humanas.
Embora não haja evidências conclusivas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) concluiu em fevereiro de 2021 que o vírus provavelmente foi transmitido de um animal , possivelmente  um morcego, para humanos.
O vírus altamente contagioso foi identificado pela primeira vez em Wuhan, na China, no final de 2019.Em seguida, espalhou-se rapidamente globalmente, com várias ondas ceifando milhões de vida até maio de 2022, segundo a OMS.

NA LUTA SEMPRE!

FOI AMOR, SIM

Foi amor, sim, não tinha como não ser, foi de um momento para o outro, ocorreu aquele momento que paralisou minhas retinas, cristalizou meus...