segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

VAMOS ESPERANÇAR ENQUANTO HÁ TEMPO.

Como o tempo mudou! A natureza não é a mesma....e nem o convívio do homem com ela.

O nosso clima não é o mesmo há um bom tempo. Já não sabemos se ao sairmos pela manhã levamos um agasalho, um guarda-chuva.....etc.etc.
Tal é a inconstância do nosso clima. Já não temos verão como antes e nem inverno. Realmente a natureza mudou! Mas cá e três nós foi a natureza ou o homem que mudou nossas realidades climáticas?  Pensem, até no nosso nordeste está ocorrendo terremoto, e os efeitos tantos.
Isso não é uma obra do acaso mas é obra da mão do homem que mata, destrói a natureza, de todo o jeito. E faz guerra insana nos quadrantes do planeta e nesses exemplos apenas para ilustração tem as mais esfarrapadas desculpas para justificar o injustificável.
Nesse contexto podemos afirmar que o homem apesar de tanta tecnologia ao dispor e a onda agora é a "inteligência artificial", penso....e logo digo...o homem não sabe aonde está se metendo e muito também, não sabe as consequências desses atos.
Para acabar com o nosso planeta basta alguma nação que tenha armas atômicas apertar. Um botão e...."" bummm" ! 

A natureza que esta em nossa frente...os efeitos climáticos tudo é por ação irrestrita do homem. O "animal racional" como dizemos! 
É hora de darmos um basta. E também, hora de um chamamento às mentes que ainda estão lucidas enquanto há tempo para nos salvar das catástrofes iminentes.
Há tantas atitudes boas...produtivas que o ser humano pode fazer, digo aqui daqueles que tem compromisso com os seus povos.
É hora de se deixar os holofotes individual e buscar soluções enquanto há tempo de ainda termos tempo de desfrutamos um mundo melhor, para nós seres humanos.
Vamos sim. ..esperançar para que isso aconteça.

Na luta sempre

terça-feira, 2 de janeiro de 2024

UM ROSTO

Vejo um rosto e um sorriso que aparece na tela dos meus olhos.
É um rosto que está muito longe. Mas me acompanha em meus devaneios, balançando os pensamentos.
Vem uma tempestade com raios, vento, os trovões fazendo um barulho ensurdecedor, junto com relâmpagos que assustam rasgando os céus.
Não há como esquecer aquele rosto, o olhar, o sorriso, a voz, o corpo. Não é um fantasma que vejo !
Vem lembranças acopladas com saudades em minhas retinas.
Estão vivas em mim. Meu corpo sinaliza todos os sinais de tudo o que se passou.
De repente aparece um hiato na tela dos meus olhos, tudo foge, como um sinal de wi-fi que some da tela. Depois volta a conexão é como um pássaro com suas asas longas alçando seu vôo para outros horizontes.
Há um silêncio forte....uma sensação que se fica estático sem saber os porquês.Mas o sentimento continua forte e latente a cada respiração e o coração sabe disso. É um coração caborteiro, judiado pelo tempo, mas forte na essência.
Faz tempo! O tempo é implacável porque as marcas de tudo estão em mim.
É sentimento teimoso que fica.
É o amor....!
E que o amor  nunca morre..está vivo.

NA LUTA SEMPRE!

quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

TODO ANO É A MESMA COISA

Cada ano a história é a mesma. Quando precisamos chegar aos nossos agentes públicos a resposta sempre é a mesma.
Mas o cidadão paga seus impostos, aliás é um caminhão de impostos que muitos deveriam ser direcionados ao bem comum da sociedade.
Mas é um ledo engano o meu, o grande problema quem sabe, ser eu, um sonhador. Mas também os sonhadores também querem o bem comum de todos.
Não podemos com certeza olharmos somente pro nosso umbigo.
Quando se procura um órgão institucional dentro da cidade, eu particularmente falo daqui, da Santa Maria, da Boca do Monte, da cidade da  velha Maria Fumaça, que há muito tempo foi abandonada, e não apita mais, o que é um crime de lesa pátria.
Sou um cidadão igual a tantos que pagam seus impostos,  mas na hora de buscarmos nossos direitos em algum órgão em qualquer esfera, de hierarquia institucional ..."""olha meu amigo ...minha amiga....a coisa é deprimente" ...lógico que há pouquíssimos lampejos de satisfação em um ou outro órgão que procuramos ir em busca de uma solução qualquer.
Santa Maria, está  infestada de morcegos em todo o lugar que se vai, por onde passamos, é no centro, é no bairro, ou em qualquer lugar, sentimos um cheiro caracteristico e logo vem em nossa mente: - Tem morcegos na área!
Quando se procura um órgão em nossa cidade, para relatar uma situação específica, é rápida e seca a resposta: - Não é conosco, o cidadão procura tal e tal órgão. E assim, como numa procissão se vai o cidadão perambulando pela cidade,
 procurando uma solução para o problema : MORCEGOS!
A sensação que se tem é de uma impotência total! Não temos a quem recorrer! 
Não vejo nenhuma campanha sobre esse assunto por parte dos órgãos competentes, orientando o cidadão, o que fazer, e o que não fazer, nesse caso específico.
Não se tem nada! Nadica de nada, para uma solução.
Na real na letra viva da realidade, o que temos: arrumar a praça central, o calçadão, pintar e sinalizar as vias de circulação dos carros, resumindo uma perfumaria que atende o centro da cidade apenas.
Há poucos dias, começaram as obras do eterno edifício mostrengo, cuja sua morada é na avenida Rio Branco, me parece que é uma obra também que dizem que é para revitalizar aquela parte da cidade,  como a Gare da Estação, e algunas coisas mais. Perfumaria pura! Afinal logo ali tem eleição !
Voltando ao tema de saúde pública que tem relação  com os morcegos, e é sim, algo que preocupa o cidadão em geral, essa proliferação exponencial dos morcegos na cidadão, nos lugares todos da cidade. O que fazer? Que tipo de cuidados, apoios, para o cidadão que procura seus direitos?
Dizer que esses animais  não fazem mal, não tem problema alguma, que não há perigo pra nossa saúde, que não tem problema de contaminação ,
eu particularmente ".... NÃO ACREDITO" !
Que solução, dos órgãos competentes pode oferecer a nós cidadãos, se há nessa ciranda de situações, uma solução!
Os morcegos que estavam já morando no edifício mostrengo da avenida Rio Branco, para onde foram?  Eu gostaria muito de saber!
Vejo sim, um caso de descaso, e é imperioso nossos governantes atentarem para esse tema.

NA LUTA SEMPRE!





sexta-feira, 8 de setembro de 2023

A SAUDADE DO CAMPO, VOVÓ TUTUCHA E VOVÔ HILDEBRANDO

Me vem a memória que o tempo vem me visitar e puxo uma cadeira preguiçosa e como parceria a cuia do chimarrão bem afeição, para desfilar em mim muitos momentos que a saudade me trás.
Era guri ainda, mas um gurizito comportado,magrito por demais,desde cedo, eu era muito tímido,e continuo na minha essência.
O cenário era a fazenda do meu avô Hildebrando, nas cercanias de Santa Brígida, em São Gabriel,a terra dos marechais.
Na campanha o costume era levantar cedo para a lida do campo e dormir cedo. 
A noite quando chegava, jantavamos, a luz de lampião, não tinha televisão,nem rádio.
O que havia sempre até a hora do recolhimento para dormirmos, eram "os causos" aquelas histórias e estórias contadas para nós a mesa, pelo meu avô e minha avó Maria Lídia, a vovó Tutucha.
A memória me vem aos borbotões como um tropel de matungos  correndo as  coxilhas.
As mais contadas com suas nuances de  quem contava era a do Negrinho do Pastoreio, tinha a das cobras que iam a noite mamar  nas tetas das vacas, bah! A gente ficava de olhos arregalados e corria um medo tal que devido as circunstâncias a gente ia meio correndo pra baixo das cobertas.
Hoje adulto, dá uma saudade daquelas..daquele tempo maravilhoso onde não tem como esquecer !
A vovó Tutucha de manhã na hora do café, perguntava se tínhamos dormido bem ....e prontamente dizíamos sim, vovó e vovô se olhavam e davam aquele sorriso maroto....rsrsrs.
O café era um verdadeiro banquete, pão de casa, café passado na hora, aquele  queijo caseiro, frutas, doces para misturar no pão, antes de tudo isso, um mexido arroz, feijão...farinha..."tutu" meu Deus!! Eu ao lemmbrar chego a lamber os beiços!! Rsrsrs!
Tinha na fazenda do meu avô muitas frutas, e praticamente era da terra que saia todo o alimento.
Minha avó Maria Lídia, era uma mulher pequenina, muito ativa...de muita personalidade, enérgica e doce ao mesmo tempo, era rígida nos costumes.
O meu vovô Hildebrando era um homem quieto, uma mistura linda tipo bugre, negro -indio, uma cor de pele parda, um narigão, sempre com seu palheiro e o seu banquinho nas horas de descansar da lida.
É uma pena que não se tem  registros dessa época maravilhosa, fotos, vídeos.
Mas ainda bem que a memória me dá esse presente passando dentro de mim . É pra mim, uma benção lembrar desse tempo de grandes alegrias, e muito aprendizado junto aos meus avós.
Quando se juntavamos com nossos primos era uma festa, só alegria ...uma algazarra só.
Minha avó não gostava que a gente dizia nome feio e quando alguém dizia ela ficava muito braba.
Uma certa feita...o Júlio César, o Valandro, o José Eduardo, o Paulinho(Paulo Renato)o Marco Antônio, o Dolimar, o Sérgio, e o Jorge Fernando estávamos numa bagunça só nas imediações da casa, gritaria, e alguns nomes feios saía, minha vó Tutucha saiu correndo  da cozinha, era perto do meio dia e pegou o Jorge Fernando e deu aquele sermão, chegou a pegar uma maçã e colocar na boca dele, para não dizer mais nomes feios. Não  sei se o primo  lembra disso!
Meus primos devem lembrar dessas lembranças!! 
A lamentar foi a perda do primo Sérgio e do primo Paulo Renato recentemente 
Vovó era um barato! Uma vovó que junto com meu vovô (eram os pais de minha mãe Cely) estão no meu coração sempre.
Tem tanta coisa que percorre em mim ..que  a emoção chega forte desfilando tantos momentos que vivi e aprendi. 
Minha amada e meu amado vovó  Tutucha e vovô Hildebrando, obrigado por tudo!!
Sei que estão na luz de nosso Deus !!

NA LUTA SEMPRE!!


quinta-feira, 7 de setembro de 2023

O PORQUE QUE OS AGENTES PÚBLICOS NÃO AGEM PREVENTIVAMENTE?

A gente cansa de ver o mesmo filme, a mesma ladainha de sempre: - ". Vamos acionar a Defesa Civil, vamos buscar recursos junto ao governo federal, iremos sobrevoar a região atingida, vamos investir mais para fatos esses, e outros não ocorram mais,há um telefone e endereço onde nossos cidadãos podem ajudar com alimentos, colchões, agasalhos" ...etc etc..

Acredito que esse discurso, muitos de vocês que estão lendo esse blog já estão cansados de ouvir essas "churumelas", isso é " conversa pra boi dormir". É ou não é? Eu digo que sim. 
Todos nós  viventes, sabemos que o clima no mundo mudou. É só  ter uma boa vontade e ir nos registros de uns 20,25 anos atrás e veremos a realidade.
O porque disso? Muito se deve e é a minha "simplinha" opinião, grande parte, e bota parte nisso, é da ação  criminosa, e irresponsável do homem quando judia da natureza. Depredação e outros tais!
Na verdade guris e gurias, o que realmente ocorre, é falta de compromisso público.
Ninguém toma atitudes reais, racionais para resolver ou talvez se debruçar sobre esses problemas para minimizar os riscos  desses desastres ambientais.
Hoje,há os alertas em muitos lugares, apontando que "nos próximos dias, há previsão de chuvas de grande intensidade ". E o que se faz com essa informação? Simplesmente esperamos acontecer, nada se faz, depois os discursos da mesmice.
Todo ano é assim ...e infelizmente é a mesma música sempre.
Parece que a perda de vida, nessas catástrofes, a perda de bens, pessoas que perdem literalmente tudo, não sensibilizam nossas autoridades.
Não há investimento em habitação para principalmente cidadãos que moram em zonas de risco, próximos a rios, em morros, e tantos outros locais.  Não há investimento em tecnologia para prever as mudanças de tempo em regiões diversas, as populações não recebem orientação do que fazer, a quem recorrer, a atitude tomar quando ocorre, o que está acontecendo por exemplo aqui no Rio Grande do Sul.
Nem falo da burocracia,nem falo de desvios de dinheiro, quando esse chega, por exemplo para as comunidades atingidas para  minimizar os estragos.
Na real, tudo se faz no improviso, na maior sem cerimônia, e quem padece é o cidadão, principalmtnte os mais pobres.
O que se sequer realmente é responsabilidade das autoridades e deixarem de palavras vazias para o povo,sem conteúdo, e principalmente respeito ao cidadão.
É imperioso salientar aqui, seria muito bom, uma atitude nobre das autoridades públicas, os políticos pensarem no bem comum das comunidades e não com seus interesses políticos.
 

NA LUTA SEMPRE!








sábado, 19 de novembro de 2022

GRANDE MÍDIA OU GRANDE TERRORISMO ?

Perfil do Colunista 247 Leda Paulani Economista e professora da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP) Grande mídia ou grande terrorismo? "A reação à fala de Lula no encontro com deputados em Brasília é exemplo gritante desse vergonhoso papel da grande mídia corporativa", diz Leda Paulani 15 de novembro de 2022 Por Leda Paulani (Publicado no site A Terra é Redonda) Não sei localizar em meus escritos quando foi que falei a primeira vez em terrorismo econômico. Mas falo disso tem muito tempo, pelo menos umas duas décadas. Nestes primeiros dias de transição do desgoverno de Jair Bolsonaro ao futuro governo Lula, o terrorismo econômico ganhou vestes e cores equiparáveis aos dos bandos de zumbis alucinados que ainda permanecem em frente aos quartéis. O terrorismo consiste em brandir ameaças de caos e horror ao menor sinal de que algo será feito, pelas mãos do Estado, para amenizar, por menos que seja, as mazelas produzidas dia a dia por um sistema cego e que dá as costas aos cadáveres que vai empilhando pelo caminho. Ameaçam com o horror, como se horror não fosse ter o país 33 milhões de criaturas passando fome, ter uma legião de crianças e adolescentes com desnutrição – que atingiu em setembro seu maior nível em sete anos, ter mais de 200 mil pessoas perambulando pelas ruas sem um teto que as abrigue. Evidente que constrangimentos macroeconômicos reais podem existir, como os que decorrem de um país ter passivos externos que sua geração de divisas não é capaz de sustentar (caso da Argentina, por exemplo). Mas não é esse, nem de longe, o caso do Brasil. Há risco zero hoje, a menos que ocorra uma hecatombe mundial, de um default externo de nossa economia. Temos mais de 300 bilhões de dólares de reservas e nossas exportações vão bem, obrigada. Ah, mas a relação dívida bruta/PIB não pode crescer indefinidamente, propalam os terroristas: a do Brasil está em torno de 75%, a do Japão passa dos 200% – e já faz muito tempo! Só se um bando de lunáticos aterrizasse no Ministério da Economia e resolvesse brincar de confiscar poupanças, para haver algum problema nessa área. Tudo isso sabe qualquer economista minimamente informado e minimamente razoável, que não sofra de delirium tremens ao ouvir o termo “gasto público”. Alguns existem, porém, que sofrem desse mal e surtam! Não são todos, talvez não sejam nem a maioria, mas existem. Eles representam interesses claramente configurados? Sim, mas não é esse o ponto aqui. O ponto aqui é: como é possível que alguns poucos economistas de certo renome e vinculados a umas poucas instituições sejam capazes de produzir tamanho terror? A resposta é simples: eles têm uma caixa de ressonância inacreditavelmente ampla e forte – a imprensa. A reação à fala de Lula no encontro com deputados em Brasília é exemplo dos mais gritantes desse vergonhoso papel desempenhado sobretudo pela grande mídia corporativa. As manchetes prognosticavam o apocalipse. Uma das mais escandalosas foi a do Valor Econômico: “Dólar dispara e bolsa derrete, após fala de Lula sobre gastos”, numa interpretação claramente exagerada do que ocorreu com essas duas variáveis. Não foram só as manchetes, diga-se. Os editoriais fizeram coro em uníssono com o assim dito “mercado”, em chamadas sombrias: “foi um mau começo”, opinou a Folha, “Lula precisa descer do palanque”, exigia o Estadão, para ficar só em dois dos mais importantes jornalões. E o samba de uma nota só foi, claro, a responsabilidade fiscal, detratada, segundo os editoriais, pelo presidente eleito. Vou me deter aqui no editorial da Folha de 11 de novembro, um dia depois da fala de Lula que tanta revolta gerou. A escolha não se deve a uma preferência qualquer, mas ao fato de tal periódico ser muito mais insistente do que, por exemplo, o Estadão ou o O globo, em sua postura de imprensa “responsável”, “moderna”, que não só dá voz a todas as partes em qualquer que seja o embate, como se alinha aos melhores princípios democráticos. Vejamos a primeira frase do texto: “Em apenas duas semanas desde o desfecho das eleições, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiu derrubar grande parte das esperanças de que seu governo vá adotar uma política econômica racional e socialmente responsável”. Tradução: criticar o teto de gastos é irracional! Tal tipo de argumento joga para o limbo do negacionismo e do anticientificismo qualquer contestação a essa regra fiscal, que, diga-se, não existe dessa forma em nenhum outro lugar do mundo. Pior ainda, confere o mesmo destino a quaisquer posições teóricas que questionem o sentido exato do termo “responsabilidade fiscal”, posturas por sinal que andam em alta internacionalmente, a exemplo da Modern Money Theory. O texto diz que Lula não apresentou até agora nenhum plano de ação, a não ser uma PEC capaz de liberar uma “gastança sem precedentes”. Reproduzindo in totum o argumento supostamente científico empunhado pelos próceres do mercado, o editorial diz ainda que, “se colocar em prática seu falatório, a sangria dos cofres do Tesouro não tardará a alimentar a inflação (…) os juros (…) e a dívida pública”. Em suma: terror em estado puro. E não se informa o distinto público que, desde que o teto foi implantado, no governo de Michel Temer, a relação dívida líquida/PIB subiu de 38 para 58%, ou seja, a existência de uma regra fiscal, mesmo tão radical e estúpida quanto a nossa, não é garantia alguma de queda da dívida em proporção do PIB. Se o produto não cresce, mesmo que a dívida caia por força do sacrifício de milhões de pessoas, a relação pode continuar a subir. Do mesmo modo, a inflação subiu justamente no período de vigência do teto, por constrangimentos externos e choques de oferta provocados pela pandemia e pelo conflito na Ucrânia. Mais uma vez, a existência de regra fiscal prejudicando boa parte da população pelas restrições que traz à plena operação das políticas públicas não constitui garantia de inexistência de problemas inflacionários. E é a tal casta de argumento capcioso que se deve o mote, repetido algumas vezes ao longo do texto, segundo o qual “responsabilidade fiscal é responsabilidade social”. Querem, com isso, guarnecer de vestes palatáveis a defesa de uma política que atinge diretamente as camadas mais baixas, enquanto busca preservar a riqueza financeira de uns poucos. E dá-lhe terror! Na esteira dos resultados tenebrosos já enunciados, o editorial acrescenta também o colapso do crescimento, a escalada do desemprego e o aumento da miséria e da fome, caso o “falatório” de Lula venha a se efetivar. Numa postura que chega a ser insultuosa com um cidadão que teve mais de 60 milhões de votos, o editorial do “democrático” jornal afirma que Lula deseduca, que fala tolices e que resmunga contra o mercado. Que educação dá um jornal como a Folha que não admite se chame Jair Bolsonaro de extrema direita? Como a imprensa e o mercado trataram o genocida? Só para lembrar, ele furou várias vezes o teto de gastos – na última das vezes para, afrontando a Constituição, criar vergonhosamente benefícios em ano eleitoral, e deixou de pagar precatórios (quase um pecado capital para os cânones neoliberais), e isso para não mencionar a ignomínia do orçamento secreto, o maior escândalo de corrupção que já teve este país e efetivado pelo dito incorruptível. Não se ouviu então, nem do mercado, nem da imprensa, não digo gritaria, não se ouvia ninguém levantando a voz. Os dois sócios passaram pano o tempo todo. Afinal de contas era preciso preservar o ultraliberal Paulo Guedes, que estava fazendo direitinho o serviço e defendia os “princípios macroeconômicos corretos”. Num programa recente na Globonews, o comentarista Octávio Guedes disse, num arroubo de sinceridade, e para certo espanto dos demais comentaristas presentes, que o mercado é bolsonarista. Quem leu o artigo até aqui há de concordar que ele está coberto de razão. Mas o mercado não passou pano sozinho pra Jair Bolsonaro. Contou sempre com a inestimável ajuda da grande mídia, dos programas de especialistas da TV, dos grandes jornalões. Sabemos todos que comportamentos como o de Octávio Guedes são antes exceção do que regra. Certamente escapou das orientações gerais do canal para programas ao vivo e não deve ter agradado nem um pouco aos Marinhos. É verdade que a mídia alternativa, que se multiplicou com o advento da internet, salva um pouco a lavoura, mas não é menos verdade que o pouco de grande jornalismo que havia ficou de vez comprometido com a ascensão do neoliberalismo e do neofascismo, numa comunhão estranha só em aparência. Se aos poucos devemos nos livrar do terrorismo bolsonarista, o contrário deve acontecer com o terrorismo econômico. Ele vai recrudescer e não seria tão bem-sucedido sem a ajuda do parceiro de sempre… uma mídia a serviço do Brasil, para poucos. (Publicado originalmente no jornal GGN.) Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do jornlista. NA LUTA SEMPRE !

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

FALTA UM BASTA PARA ACABAR COM ESSES ARRUACEIROS

Faz duas semanas que terminou a eleição e me parece que os arruaceiros, os que se dizem patriotas, ainda não perceberam que em 30 de outubro agora passado, Luiz Inácio Lula da Silva é o novo presidente da República que assume em 1 de Janeiro de 2023.
Esses arruaceiros de plantão, não sabem disso? Ou é apenas uma orquestração vinda de mandantes que não são nada democráticos?
Enquanto isso assistimos pela TV,  por vídeos uma palhaçada diária aonde não nos falta rir de situações que quando se vê, chegamos até constatar que essas massas de manobras precisam sim de psicólogos para tratar de seus neurônios.
Gente !!! Acabou!! O mundo sabe que Lula é em 1 de Janeiro 2023, o presidente do BRASIL.
É vergonhoso ver imagens de gente que poderiam estar fazendo outras coisas de útil e não cometendo crimes, contra o Estado de Direito Democrático.
As autoridades que cuidam disso deveriam parar de passar o pano nessa bandaia toda e agir conforme dita a Constituição brasileira, tomando as medidas cabíveis.
Enquanto ainda persistem essa onda de circo no Brasil e também no exterior somos ridicularizados no mundo todo.
Temos que lembrar que o presidente Jair Bolsonaro ainda tem tempo para concluir seu mandato até 31/12/22 ainda é o presidente.
Segundo notícias da imprensa ele está desconsolado, triste, quieto, não dorme direito no Palácio do Planalto e não se conforma em ter perdido a eleição. Trabalhar que é bom nem pensar!
Então vamos aguardar a posse do novo presidente do Brasil, Lula, o nordestino porreta! 

NA LUTA SEMPRE!!

FOI AMOR, SIM

Foi amor, sim, não tinha como não ser, foi de um momento para o outro, ocorreu aquele momento que paralisou minhas retinas, cristalizou meus...